domingo, 19 de abril de 2009

o que te faz pensar, o que te faz dizer coisas fúteis, o que o mundo representa quando se tem tudo nas mãos e o que seria de tudo se não fosse como pensas? Não sei. O mundo, tão banal por si só. As pessoas tão desiguais, tornam simples chuvas de inverno a uma diferencial tempestade, uma que jamais parará. A natureza, o verde, tão belo. A vida tão injusta e tão justa. Os corações despedaçados, aqueles que dariam tudo por estar livres, por viver, só viver. Talvez nas palavras mais duras estão as melhores respostas, nos seus inimigos se encontram a força para continuar, nos momentos de desespero a raiva, nos acontecimentos as certezas. Talvez, talvez pudesse encontrar tudo o que espero em você ou talvez não. Minha melhor pergunta seria onde poderia te encontrar e a melhor resposta seria no meu coração. As canções, as melhores que poderia cantar. No violão os sons diversos, a vida, a minha vida. Poderia então descrever a minha decepção ou este mundo tão falso e tão verdadeiro, uma contradição digna. uma força digna daqueles que choram por amar, daqueles que se limitam a mentir para sentir seu ego mais fortalecido pelo mal que fazes aqueles que são tão fracos de si. talvez eu possa descrever o que sinto quando entro em um caminho no qual as duvidas me rodeiam, talvez o encontro que tenho consigo seja mais forte do que as meras palavras que escrevo. tão fúteis, tão sem sentimento para alguns e tão sinceras para outros. são contradições que me limito. são as lágrimas de alguém que mesmo desfalecendo por dentro pode descrever. meus olhos se fecham quando a chuva vem, sinto cada gota tocar meu rosto como as lágrimas que deram sobre o mesmo, são chuvas e não tempestades. São as dores, as incertezas que fazem meu coração chover e em meu rosto se solidificar, se deixar levar por palavras bonitas e sem significado algum para aqueles que escrevem, que dizem. ser fútil é bem mais do que fazer alguém chorar, é diluir sentimentos em ácidos de morte, uma morte nobre para o meu ser.

Nenhum comentário: