domingo, 1 de novembro de 2009

Dos seus olhos irradiava uma luz constante quando abertos. Eram escuros e vivos, um tanto penetrantes para mim. Poderia ficar o resto dos meus dias a olhar aquela passagem do sol frio da manhã sobre seu rosto. Seus cabelos escuros moldavam a face em forma de coração, o lençol pouco enrolado sobre o corpo, cobria parte dele. Sua pele era branca demais e um tom rosado iluminava suas maçãs. Aquela que amo estava bem ali adormecida em pleno amanhecer de mais um inverno e eu gostaria de poder arrancá-la da cama e fazer dela minha como em uma das minhas mágicas durante os espetáculos noturnos e ainda gostaria de tomá-la por inteiro. Fugir, talvez. Para que os outros não a descobrissem. Amy teria que ser minha para eu ser inteiro e completamente dela, não me importaria de mantê-la em meus braços ...) Capitulo 16.

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