Hold my heart, Sara Bareilles. Sinto as veias pulsarem o sangue e as lágrimas rolarem. Ao mesmo tempo concentro minhas forças em profunda bagunça dentro de mim até aquele ferimento sombrio no meio de meu peito. Descubro ser fraca, descubro que não há uma forma de consertar, os danos estão ali me assombrando, as lembranças me destruindo, os sorrisos me perfurando, me surpreendendo em cada golpe, afunilando-me e questiono: Por quê? Existe um vazio, um desespero interno, uma chama se apagando, uma sobrecarga infinita de termos, expressões, palavras. "Destrua-me", ele diz. E eu apenas não consigo, não suporto a ausência, agüento os danos, posso suportá-los, sorrio ao choro reprimido e intenso, intensificado. Minha vivacidade se foi, tudo parece ter ido. E eu me contenho mais uma vez, decido transparecer força que não tenho mais.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
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