Hold my heart, Sara Bareilles. E de repente parecia amor, um toque ou dois pela pele fria e a alcançável sombra de pequenos refúgios. Éramos duas almas comuns e nada havia de hipócrita. O amor, sobretudo, era real. Estava a cima das coisas fúteis demonstradas diariamente, constantemente em entrelinhas... Mas se houvesse sido amor, o real, teria suportado tudo. Amor de verdade é que o possuo hoje. Amor próprio, singelo, oportuno, vital. Nada mais.
terça-feira, 10 de abril de 2012
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