Abri meus olhos pela manhã com a claridade da varanda sobre as cortinas e que, por sua vez, iluminavam o quarto. Encontrei-o sob os mesmos lençóis que eu, virei meu corpo na direção do dele e fiquei observando seu sono e o canto dos pássaros. No relógio marcava quase 5 da manhã e não lembro-me muito bem a que horas fui dormir após contemplar a noite mais mágica de minha vida ao seu lado.
Levantei-me, caminhei até a nossa varanda, digo nossa, porque aquele quarto abrigava conosco uma história que poucos livros poderiam descrever. E formávamos aquele tipo de casal que poucos escritores teriam coragem de juntar todos os cacos para formar o vaso chinês de que tanto almejavam. Histórias como a nossa são raras, tenho certeza.
Apoiei uma das mãos na madeira fria e espalmei a outra no ar, brincando com a brisa entre os dedos e soltando alguns sorrisos tão delicados quanto a mesma; até que senti seus dedos rodeando minha cintura, e seu corpo colando no meu consequentemente ao aproximar. Encolhi meus ombros e arrepiei com a barba em meu pescoço, deslizando-a como fazia todas as manhãs e nunca havia se tornado clichê em todos esses anos entre encontros e desencontros, discussões e desamor.
Inclinei meu rosto levemente para o lado enquanto sentia seus carinhos por minha pele e voltei a sorrir quando meus olhos pousaram nos dele, aqueles escuros de que estava acostumada a ver a alma e encontrar um caminho sem volta, e estava certa também, pertencíamos um ao outro, como nenhum outro saberia minhas vontades com melhor forma e desempenho.
Levantei-me, caminhei até a nossa varanda, digo nossa, porque aquele quarto abrigava conosco uma história que poucos livros poderiam descrever. E formávamos aquele tipo de casal que poucos escritores teriam coragem de juntar todos os cacos para formar o vaso chinês de que tanto almejavam. Histórias como a nossa são raras, tenho certeza.
Apoiei uma das mãos na madeira fria e espalmei a outra no ar, brincando com a brisa entre os dedos e soltando alguns sorrisos tão delicados quanto a mesma; até que senti seus dedos rodeando minha cintura, e seu corpo colando no meu consequentemente ao aproximar. Encolhi meus ombros e arrepiei com a barba em meu pescoço, deslizando-a como fazia todas as manhãs e nunca havia se tornado clichê em todos esses anos entre encontros e desencontros, discussões e desamor.
Inclinei meu rosto levemente para o lado enquanto sentia seus carinhos por minha pele e voltei a sorrir quando meus olhos pousaram nos dele, aqueles escuros de que estava acostumada a ver a alma e encontrar um caminho sem volta, e estava certa também, pertencíamos um ao outro, como nenhum outro saberia minhas vontades com melhor forma e desempenho.
Um comentário:
Por mais incrível que foi esse dia.... Algo surpreendente está por vir! #AnoÍmparQueEstaPorVir
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